segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

CONSUMO CONSCIENTE

Não é de hoje que se comenta que a degradação humana e o uso indiscriminado dos recursos naturais do planeta tendem a criar um desiquilibrio ambiental sem precedentes. O que se pensava estar bem longe de acontecer, já se observa nos dias atuais, tamanhas e frequentes são as catastrofes ambientais observadas ao longo dos últimos anos, fruto, claro, da exploração humana que tira do meio ambiente o seu sustento e não devolve a contento a contra partida necessária nas relações de troca, se assim podemos dizer.

Dentro deste contexto, ao longo das últimas décadas, diversas instituições vêm alarmando a população mundial acerca da necessidade da mudança de hábito no tocante a consumir com consciência, como forma de frear o desequilibrio atualmente observado.

Neste cenário sombrio, é necessário acontecer uma coalização política mundial, com ações governamentais que garantam maior efetividade no tocante a formação de uma nova cultura, principalmente sob o aspecto do papel social individual do cidadão. Assim, cada pessoa tender-se-a imaginar o poder de fogo que há em suas mãos, ou seja, o papel transformador que este poderá vir a realizar, conquistando beneficios para si e para a comunidade em que está inserido. Ademais, é preciso haver, também, investimentos em larga escala para que todo cidadão entenda a importância do seu papel preservacionista nesta aldeia global.

Assim entendo que o sucesso de um consumo sustentável estará intimamente ligado as questões abordadas acima, bem como o implementação de políticas que privilegiem tanto cidadão quanto empresas que agem de maneira eticamente corretas no tocante ao uso do meio ambiente. É preciso, portanto, internalizar a máxima de que o "todo" é o resultado da "parte" e que necessário é mudar as partes para que se observe o reflexo no todo.
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Carlos Ramalho
Artigo apresentado à disciplina Administração Ambiental do curso Administração com Enfase em Gestão de Negócios - 7º período

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