quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

II ENCONTRO FAMÍLIA RAMALHO - 2008

(Carlos Ramalho)

A confraternização anual da Família Ramalho vem se consolidando como um momento aguardado, único, festejado proporcionado por Deus para que celebremos aquele que é digno, Jesus, além de reunirmos gerações familiares de forma a brindar a chegada de um novo ano.
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Assim, dentro do contexto acima posso afirmar que o II Encontro Família Ramalho cumpriu seu papel, afinal foi repleto de alegria, comunhão e emoção, além, claro, de superar as expectativas. Particularmente creio que não será tarefa fácil traduzir o encontro em palavras, alias não teria tal pretensão, uma vez que, os registros dos momentos ali vividos já se encontram eternizados na memória e coração de todas as pessoas que se fizeram presentes.
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Realizado em Brasília o encontro reuniu representantes da família que residem na capital federal e em Belo Horizonte além de amigos, conhecidos e vizinhos.
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Dia 22/12 oriundos de Belo Horizonte chegaram Tia Regina, Manuel, Titita, Edelson (neném), Luciara e as crianças (Adler e Gabriela). Na tarde do dia 23/12 foi à vez deste que vos escreve, juntamente com minha mãe (Enilda), Cristiane, Júnia e seu esposo Carlos Chagas. Na noite do dia 23/12 na casa do Tio Jeremias já estávamos em clima de festa, embora muito cansados em virtude da longa viagem.
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O dia 24/12 transcorreu de forma tranqüila embora o ponteiro do relógio parecesse voar sem piedade. Registramos diversos momentos em fotos e vídeos para a posteridade. Foi um tempo único, abençoado, pois ali reunidos conversamos por longos períodos, sorrimos, zoamos muito e como todos sabem bastam dois representantes dos “ramalho” para que a zoação fique registrada na história.
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Como é lei em dias de festividades noturnas, antes de nos preparamos para irmos para a casa do Edílson e da Fátima, tiramos aquela “soneca” ou “pestana” como dizem algumas pessoas.
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Vinte e uma horas e trinta minutos. Todos a postos e elegantemente trajados seguimos rumo ao local da confraternização. Antes, porém seria preciso passar em um estabelecimento para comprar pilha, pois a da máquina fotográfica digital do Neném havia acabado. Seguimos caminho. Tio Jeremias em seu carro guiava os demais. Em dado momento paramos para comprar as famigeradas pilhas, entretanto como Tio Jeremias estava um pouco adiantado Neném passou direto e se perdeu do comboio. Começava assim a saga “Em Busca das Ovelhas Perdidas”.
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Ficamos ali próximo ao estabelecimento aguardando por alguns minutos na expectativa de encontrar os desgarrados, o que não acontecerá. Decidimos continuar o trajeto e Tio Jeremias então resolvendo encurtar a distância pegou um atalho que mais parecia uma “pirambeira”. Tenta imaginar uma rua sem asfalto castigada pelas chuvas. Pois é... o local só não estava interditado por quê? Eu sei lá.
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Após a longa travessia da “pirambeira” que mais parecia uma gravação de um episodio da série Magyiver chegamos ao destino e lá constatamos que não havia nem sinal do Neném. Tio Jeremias e eu resolvemos fazer caminho de volta, desta vez, porém pelo asfalto, na tentativa de localizarmos os perdidos. Rodamos cerca de uns 15 minutos e quase chegando próximo à casa do Tio Jeremias avistamos o carro que Neném dirigia para alivio e alegria geral e assim retomamos o trajeto rumo à festa.
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Faltavam poucos minutos para as vinte e duas horas quando chegamos à casa da Fátima e do Edílson. Muitos já se encontravam bem acomodados nas diversas mesinhas distribuídas ao longo da piscina. E Por falar em bem acomodados, faz-se necessário ressaltar a estrutura de primeira disponibilizada pela Fátima e pelo Edílson que muita comunhão nos proporcionou naqueles dias. Pra se ter uma idéia não posso deixar de mencionar a pista de dança estilo danceteria que “bombou”, com um jogo de luz maneraço.

Após muitos abraços, conversas e muitas gargalhadas fomos convidados a ceiar. Uma farta e variada mesa foi montada com muitas iguarias e bebidas. Após o termino do jantar fui convidado como parlamentar representante da família que sou para ministrar uma breve palavra a todos os presentes.

Para descontrair e quebrar o gelo cogitei a hipótese de que iria cantar uma música ao passo que as crianças em coro começaram a pedir para que eu cantasse a música do creu na velocidade cinco. Imagina só...
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Naquela oportunidade comentei que aquele momento deveria ser curtido, aproveitado ao máximo, afinal Deus o havia preparado para cada um de nós enquanto família. Ressaltei que particularmente havia passado por momentos angustiantes no decorrer do ano e que estar ali representava a benção e a restauração de Deus na minha vida. E assim sem mais delongas convidei a todos para que se colocassem de pé, para que orássemos o “Pai Nosso” como forma de agradecimento a Deus por todas as bênçãos. Tia Regina e tio Antonio também participaram com belas palavras de agradecimento a Deus.
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Daí em diante o instinto do “pezinho pra frente, pezinho pra trás” já indicava que a noite seria longa e que a pista de dança aguardava a todos. E não fora diferente. No inicio estava rolando uma música eletrônica sem muitos adeptos, mas após algumas reclamações o DJ atendeu aos pedidos da galera e mandou muito bem com um forrozinho e dance music.
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A madrugada já avançava quando alguns já cansados da “balada” resolveram regressar para casa para dormir um pouco, afinal no dia seguinte, ou melhor, há algumas horas estaríamos todos de volta para curtir o dia 25/12.
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A zoação continuou e o repertório musical sofreu uma brusca mudança. Rolou até “chupa que é de uva”, alias, ninguém merece. Mas o ponto alto da zoação foi quando Neném provou que é bom de dança ao apresentar a coreografia do “vuco-vuco”. Ninguém conteve as risadas e muito menos deixou de cair na dança. Alias não deixe de ver o vídeo.
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Após muita comédia, fotos e zoação decidimos seguir caminho de casa para descansar, até porque faltavam poucas horas para que o sol despontasse no horizonte. Chegamos à casa do Tio Jeremias (Eu, Cristiane, Luana, Markim, Neném e Luciara) tentando não fazer muito barulho. Mas sabe como é que é né? Nestas horas basta um comentário ou uma zoação para que a gargalhada se multiplique e não foi diferente. A coreografia do “vuco-vuco” era a bola da vez da zoação. Depois de alguns minutos já estávamos todos recolhidos em seus respectivos quartos para enfim dormir um pouco.
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Foi como um piscar de olhos e já estávamos de pé novamente. Se bem que alguns até tentaram dormir mais que os outros, mas foi difícil, pois a zoação começou cedo. Fizemos a primeira refeição do dia, cuja mesa com um farto café da manha já nos aguardava. E à medida que os retardatários acordavam iam se agregando ao grupo que já se encontrava na varanda.
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O relógio já marcava dez horas quando Tia Chiquinha e Tio Jeremias arregimentaram o movimento para que aprontássemos para irmos para a casa da Fátima e do Edílson, afinal a festa não podia parar. Deste momento em diante a varanda da casa do Tio Jeremias se transformou em um circuito de moda e beleza, tamanha foi à produção das mulheres ali presentes, bem como da originalidade estampada nas blusas do II Encontro que as mesmas usavam.

Cadê fulano, falta ciclano, ufa! Após longos ensaios finalmente o comboio seguiu rumo ao “point” da confraternização. Lá chegando o clima era de descontração total. A carne na brasa a bebida gelada e a inauguração da piscina eram os assuntos em pauta, bem como os comentários da noite anterior que a cada momento ressurgia com uma nova roupagem de zoação. Ah não posso deixar de registrar também a alegria das crianças que se refrescavam na piscina e orquestravam um show a parte.
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Não demorou muito e fomos convidados a almoçar. Mais uma vez se cumpriu em nossas vidas a palavra que diz que “Comereis o melhor desta terra”. E o que falar das sobremesas? Tudo do bom e do melhor. Logo após o almoço a pista de dança foi novamente invadida. Enquanto um grupo forrozeava, outro sentindo o peso da barriga, ou melhor, a lomba depois do almoço se encostava e apenas jogavam conversa fora.
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Passado algum tempo, ocorreu à entrega dos presentes de amigo oculto da galera de Brasília. Foi zoação total, alias não poderia ter sido diferente. Quem lá esteve certamente tem alguma perola para contar. Sem falar algumas “marmeladas” tipo assim: Tia Chiquinha que tirou Luana que por sua vez tirou o Markim e por ai vai... Mas no final creio que todos saíram felizes.
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No decorrer do sorteio houve diversas participações extras. Tia Regina recitou uma bela oração. Ângela compartilhou um belo poema. Tio Antonio declarou algumas palavras de agradecimento, Edílson que agradeceu a todos pela presença, etc.
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Após a entrega dos presentes Tia Chiquinha de forma sabia e ousada ministrou palavras de bênçãos a cada uma das famílias ali representadas. Foi um momento de muita emoção e quebrantamento. E diz uma passagem bíblica que “aquele que tem ouvidos, ouça”, e assim espero que cada um dos presentes tenha guardado cada palavra no coração de forma a germinar e dar bons frutos. Não posso deixar de registrar também que quando Tia Chiquinha falava de minha família, Cristiane anunciou o seu casamento para o ano de 2009.
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Já quase finalizando Tio Jeremias foi ovacionado a falar algumas palavras. Ele agradeceu a Deus pelo momento e convidou a mim para fazer uma oração. Orei a Deus agradecendo e pedindo proteção a cada lar, a cada família, bem como que a Alegria do Senhor que é a nossa força fizesse morada em nossos corações.
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Tia Chiquinha encerrou sua participação mencionando o III Encontro Família Ramalho que ocorreria no próximo ano em Belo Horizonte e por fim, ainda faltava mais uma apresentação para ficar na história. Tio Antonio nos presenteou com uma inusitada performance no estilo voz e violão cantando a canção “We Are The World”, porém com um sotaque “a la mandarim”. Não deixe de ver o vídeo. Foi hilário.
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Após todo este movimento tiramos ainda muitas fotos e conversamos bastante até que por volta das dezoito horas iniciamos o procedimento de retorno para casa. Após reunir toda a galera seguimos para a casa do Tio Jeremias com o sentimento de que valerá a pena. O decorrer da noite foi light, ou seja, todo mundo descansando, conversando, revendo fotos e vídeos.
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Na quinta-feira, logo após o almoço seguimos de Brasília para Caldas Novas para esticar a estada nas águas quentes. Foi tudo muito bom, afinal todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.
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Cabe aqui deixar registrado a alegria dos dias em que passamos em Brasília, minha cidade de coração (afinal parlamentar que sou não poderia ser diferente) bem como o agradecimento a todos os meus parentes que lá residem que sempre nos recepcionam calorosamente.
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Cabe registrar também as ausências percebidas e comentadas de muitos parentes que residem em Belo Horizonte.
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Peço perdão caso tenha deixado de registrar em palavras algum fato ou acontecimento ocorrido durante os dias festivos. Estou a disposição para acrescentar possíveis sugestões.
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Um forte abraço a todos e até 2009.
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Carlos Ramalho

3 comentários:

Irene disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Irene disse...

Nossa a comemoração de natal da família Ramalho em dez/08 foi show de bola hein? Pela sua descrição parece que foi muito divertido! Gostei de saber.

Inês Ramalho

Edna Ramalho disse...

Carlos, realmente como vc descreveu o II encontro de nossa familia RAMALHO foi muito especial como o I e como serão vários outros que Deus assim permitir. Resumindo cada encontro será unico. Eu não pude esta presente mas o meu coração se alegrou muito em saber de tudo que aconteceu nos minimos detalhes e felicidade que proporcionou a cada um que estava presente. Apesar que não
podemos esperar um momento oportuno para ser feliz a felicidade começa agora dentro de nós. Obs: Quero ver o video do Tio Antonio.
Edna Ramalho